"Preste respeito ao seu Deus, servo espinhoso, por ter se martirizado por ti.

“Templo de rosas negras onde se lê o Livro do Sofrimento Sagrado.”
"Preste respeito ao seu Deus, servo espinhoso, por ter se martirizado por ti.
"Preste respeito ao seu Deus, servo espinhoso, por ter se martirizado por ti. Ajoelhe-se, ó espinho, e ore pelo atormentado" — ecoava a voz sinistra da Mãe Espinhosa.
Em Briarwatch, há um lugar reverenciado pelos espinhosos, onde o silêncio é obrigatório e as palavras impertinentes são punidas com o espinho da justiça divina. A igreja é um monumento esbelto, mas sinistro, com rosas negras que parecem espreitar os fiéis enquanto entram. Uma vez dentro, a atmosfera é pesada, dominada pela cor avermelhada do sangue e pelos murmúrios das preces sombrias.
O altar da igreja é adornado com uma cadeira ornamentada, onde o pregador, escolhido pela própria Mãe dos Espinhos, prega a palavra divina e lê o Livro do Sofrimento Sagrado, que só pode ser aberto por ele. Aqueles que não seguem a palavra do Deus dos Espinhos são considerados pecadores e sujeitos a um destino terrível.
Mas mesmo entre os fiéis, há aqueles que secretamente questionam a natureza divina do Deus dos Espinhos e sua demanda por adoração. Eles se perguntam se há mais na vida do que a dor e o sofrimento, e se há um caminho para a verdadeira liberdade. Mas ousar desafiar o Deus dos Espinhos é um ato perigoso e pode resultar em punição severa, ou até mesmo a morte.
Ecos canônicos. Foi diante destas portas que Azathoth Von Famine — o Híbrido Cansado, parte-espinho-parte-alado — fazia sua oração diária pisando descalço sobre os espinhos sem sentir dor, quando Beatrice D. Soving manifestou-se pela primeira vez como memória solar para curar-lhe o vazio com um terço da própria essência. Foi aqui também que Lorian Cittagon encontrou Eaphia Excalibur — a Alma Estival ambiciosa — e encomendou o cajado anti-maldição que viria a salvar Kamael Darkborn da obsessão por libertar Frostmoon.